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Quais são os sinais nos pés que indicam que deve procurar ajuda médica?

·       Alterações na forma dos pés, como por exemplo, joanetes, dedos em garra, dedos em martelo, ou calos. Essas deformidades modificam os apoios e os pontos de contacto dos pés com o calçado, o que favorece o aparecimento de feridas e torna mais difícil a cura. Os dedos em garra ou em martelo são lesões nos tendões ou nos ossos da ponta dos dedos. Estas lesões correspondem a um colapso ou flexão de uma ou duas articulações do segundo, terceiro, quarto ou quinto dedo. Este colapso pode criar uma pressão dolorosa no pé e dificuldades no caminhar, para lá do desconforto estético.

 

 

·       A presença de pele seca, rachada e dura (hiperceratose) é indicativa de neuropatia e favorece a formação de feridas.

·       Unhas vermelhas, deformadas ou com uma aparência fora do normal;

·       Limitações na mobilidade do pé;

·       Feridas, bolhas ou chagas nos pés;

·       Mudanças na sensibilidade nos pés ou nas pernas, especialmente à noite;

·       Dor ou cãibras nas pernas, porque esse sinal pode indicar má circulação ou doença vascular periférica. O resultado é o suprimento deficiente de oxigénio (hipoxia) às células, ou que não chega uma quantidade suficiente de sangue (isquemia) aos pés. Por essa razão a pessoa pode ferir-se mais facilmente porque tem menos sensibilidade, e a cicatrização da ferida é mais difícil porque o organismo não responde corretamente à infeção.

 

 

Sofro de uma úlcera de pé diabético… o que devo fazer?

Se tiver uma ferida deve procurar com urgência um especialista em pé diabético para tratar corretamente e precocemente os fatores de risco. O médico irá verificar se tem algum tipo de falta de sensibilidade nos pés através de simples exames indolores. Com tratamento adequado, 90% dos pacientes com úlceras do pé diabético recuperam, embora o prognóstico dependa, em grande medida, do estado de saúde geral da pessoa e do acompanhamento do tratamento prescrito.

Para evitar complicações e melhorar a cicatrização da ferida é muito importante que:

·       Tome a medicação prescrita pelo médico;

·       Mantenha uma dieta saudável;

·       Pare de fumar, se tiver esse vício;

·       Controle o excesso de peso através de atividade física moderada.

Quais são os fatores de risco de lesão no pé diabético?

·       Falta de sensibilidade no pé (neuropatía);

·       Insuficiente circulação sanguínea (doença vascular periférica);

·       Também se deve estar atento à infeção da ferida, já que a falta de sensibilidade nos pés pode passar despercebida e agravar a infeção.

 

 

O que é a neuropatia?

A neuropatia consiste numa deterioração dos nervos, normalmente em consequência do mau controle dos níveis de açúcar no sangue. Ela pode provocar a perda de sensibilidade (neuropatia sensorial) e/ou alterações funcionais no pé (neuropatias autonómica e motora).

A falta de sensibilidade nos pés faz com que não se sinta dor, e, portanto, não se reaja perante estímulos que deveriam ser dolorosos como os que resultam de sapatos apertados, alterações na morfologia do pé, exposição a fontes de frio ou de calor (aquecedores, etc.) ou bolhas. 

Estas agressões podem provocar facilmente a aparição de uma úlcera difícil de cicatrizar, e que se pode agravar com rapidez devido à dificuldade de perceção da ferida.



Fontes:

https://www.coflugo.org/docs/Guia_piediabetico.pdf

https://www.saudecuf.pt/mais-saude/doencas-a-z/dedos-em-garra

Cruz Roja de España

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O que é a Cistite?

É uma infecção urinária provocada por bactérias, em particular no trato urinário inferior ou na parede da bexiga. As mulheres são mais susceptíveis a contrair uma Cistite porque a uretra feminina é mais curta.

O frio aumenta o risco de se contrair uma Cistite?

Durante o inverno os casos de Cistite podem aumentar. As razões desse aumento estão relacionadas com os problemas de saúde que aparecem com maior frequência nesta temporada. A questão é que, apesar de o frio não ser um factor directamente determinante, com o período de temperatura mais fria podem surgir alterações no sistema imunológico e na flora vaginal.

São vários os factores que aumentam o risco de infecção urinária na mulher em fase de pré-menopausa:

·       Actividade sexual

·       Uso de espermicidas

·       Atraso na micção pós-coito

·       História de infecção urinária recente

·       Factores genéticos

Outros factores que contribuem para o risco de Cistite:

·       O uso de diafragma aumenta também o risco de ocorrência de Cistite, sobretudo quando associado a espermicidas.

·       A gravidez induz alterações hormonais que aumentam igualmente esse risco.

·       A presença de cálculos na bexiga ou de uma próstata aumentada, uma redução das defesas (diabetes, infecção pelo VIH/SIDA, tratamentos imunossupressores), o uso prolongado de uma algália são outros factores de risco a considerar.

·       O excesso de lavagem genital.

·       O uso indevido de antibióticos.

·       A menopausa.

Os sintomas mais sugestivos da Cistite são os seguintes:

·       Dor ao urinar (disúria)

·       Sensação de urgência e realização de um maior número de micções em pequena quantidade (polaquiúria)

·       Pode ocorrer hematúria (presença de sangue na urina)

·       Desconforto na região pélvica

·       Sensação de pressão na região abdominal inferior

·       Febre pouco elevada

·       Urina mais escura, mais turva, com um odor forte.

Como se previne uma Cistite?

Como medidas preventivas recomenda-se que se beba um litro e meio ou dois litros de água por dia, que se urine frequentemente a cada três ou quatro horas e antes e depois de ter atividade sexual. Aconselha-se a higiene genital adequada (não obsessiva).

Como se trata a Cistite?

Podem ser utilizados diversos tipos de antibióticos, com diferentes doses, posologias e durações de tratamento para tratar este tipo de infeções.



Fontes:

https://www.saudecuf.pt/mais-saude/doencas-a-z/cistite

http://abs.bimedica.com/como-puede-afectar-el-frio-a-padecer-cistitis



Artigo “BREVE INFORMAÇÃO SOBRE A INCONTINÊNCIA URINÁRIA” neste link https://www.cuidador.pt/blogue/306-breve-informacao-sobre-a-incontinencia-urinaria-2

Artigo “SOBRE A INFEÇÃO URINÁRIA” neste link: https://www.cuidador.pt/blogue/275-sobre-a-infecao-urinaria

Artigo “INFECÇÃO URINÁRIA: SINTOMAS E CUIDADOS” neste link: https://www.cuidador.pt/blogue/146-infeccao-urinaria-sintomas-e-cuidados

Artigo “A DEMÊNCIA E A INCONTINÊNCIA” neste link: https://www.cuidador.pt/blogue/302-a-demencia-e-a-incontinencia

Artigo “A UTILIZAÇÃO DE FRALDAS OU ABSORVENTES DE URINA” neste link: http://www.cuidador.pt/blogue/330-a-utilizacao-de-fraldas-ou-absorventes-de-urina?fbclid=IwAR34ADJaUFYYD4LgfnlVxJnBAl771o-odRjBJHiCgDsQjO4X5pYCw58RGa0

Artigo “É ALZHEIMER OU É UMA INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO?” neste link: https://www.cuidador.pt/blogue/71-e-alzheimer-ou-e-uma-infeccao-do-trato-urinario

 

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Os nossos pés suportam fechados dentro do calçado durante muitas horas por dia o peso do corpo . Para desempenharem bem a sua função, os pés precisam que o sangue circule de forma adequada, detetem bem as sensações (toque, dor, temperatura ...), e tenham um apoio correto durante o caminhar.

Quando se tratam dos pés de uma pessoa com diabetes, é preciso prevenir a ocorrência de algumas complicações, porque normalmente os vasos sanguíneos tornam-se mais estreitos (o que reduz fluxo sanguíneo) e os nervos deterioram-se (o que diminui a sensibilidade à dor e à temperatura).  Por essa razão a síndrome do pé diabético é um risco para a pessoa sofrer de feridas ou úlceras de cura difícil.

O risco de úlceras ou feridas aumenta quando a diabetes (nível de açúcar no sangue) é mal controlada, ou existem fatores como a obesidade (colesterol e triglicerídeos em excesso no sangue), hipertensão, excesso de peso, ou tabagismo. A pessoa deve a praticar exercício físico, seguir uma dieta equilibrada, e parar de fumar caso fume.



CUIDADOS BÁSICOS A SEGUIR EM CASA

Uma pessoa com diabetes deve vigiar com cuidado os pés e aplicar estas recomendações simples no dia-a-dia:

1)   APARÊNCIA DOS PÉS

Analisar os pés. Caso tenha dificuldade utilize um espelho ou peça ajuda a outra pessoa.   

·       Inspecionar os pés diariamente

Verificar se há algum inchaço, corte, ferida, bolha, pele seca ou calo. Ficar atento à presença de "joanetes" ou de outras deformidades dos pés.

·       Verificar as unhas

Se as unhas tiverem uma cor escura, com um especto laminar ou espesso, podem indicar que existe infeção.

·       Monitorizar as mudanças de temperatura e de cor da pele

Um pé frio, azulado ou pálido pode indicar má circulação, e o aumento incomum da temperatura ou vermelhidão pode estar relacionado com uma inflamação ou mesmo uma infeção.

2)   HIGIENE

·       Lavar os pés todos os dias, durante 10 minutos no máximo de tempo

Com água morna e sabão com ph neutro. Secar muito bem, especialmente entre dedos. Fazer alguma pressão, mas sem esfregar.

·       Evitar cortar as unhas

Em vez de as cortar, elas devem ser limadas na horizontal com uma lima de cartão, no mínimo uma vez por semana. Cortar as unhas em demasiado ou cortar os cantos levá-las a crescer em direção à pele, o que pode criar condições para surgir uma infeção. Se tiver dificuldade em cortar as unhas, vá a um podólogo.

·       Não utilizar lâminas, calicidas ou produtos irritantes

Não furar bolhas nem cortar as cutículas perto das unhas. Se tiver calos ou pele dura, vá a um podólogo

·       Aplicar hidratante, mas nunca entre os dedos

A pele é a primeira barreira protetora do pé, pelo que deve estar hidratada e saudável  (especialmente em pés secos) para se prevenirem feridas e infeções.

3)   CALÇADO

·       Trocar de meias diariamente

Certificar que elas não apertam em demasia, não têm costuras e que não são tecidos sintéticos.

·       Usar sapatos confortáveis

Caso os sapatos sejam novos, utilizá-los de forma gradual. O calçado deve ser confortável e não pressionar os dedos. Evitar sapatos de salto alto e que afunilem à frente.

·       Calçar modelos personalizados

Se o médico ou o podólogo detetarem que a maneira como apoia o pé não é correta, deve usar modelos feitos sob encomenda.

4)   PERIGOS

·       Não andar descalço

Nem na praia nem em casa, especialmente em superfícies quentes.

·       Nem frio nem calor

Não colocar cobertores elétricos, bolsas de água quente ou gelo em contato com os pés. Evitar a exposição ao sol e usar meias à noite se os pés estiverem frios. Nunca secar os pés com um secador de cabelo.

5)   CONTROLE DA DIABETES

·       Praticar exercício regularmente

Praticar exercício com frequência, a menos que haja uma contraindicação do médico. Por quê? Caminhar – por exemplo - meia hora todos os dias, melhora a circulação sanguínea nos pés.

·       Seguir uma dieta equilibrada

Comer de forma saudável e controlar rigorosamente o nível de açúcar no sangue.



Fontes:

Fundacion Para La Diabetes

Cruz Roja SER CUIDADORA



Artigo “Diabetes: Por Que Razão é Importante Controlar a Glicemia?” neste link https://www.cuidador.pt/blogue/252-diabetes-porque-razao-e-importante-controlar-a-glicemia

Artigo  “Diabetes Tipo 1 e Tipo 2: Que Diferenças ?" neste link https://www.cuidador.pt/blogue/159-diabetes-tipo-1-e-tipo-2-que-diferencas

 Artigo “A Alimentação, o Alzheimer, o Cancro, a Diabates, o AVC e a Doença Renal Crónica” neste link https://www.cuidador.pt/blogue/137-a-alimentacao-o-alzheimer-o-cancro-a-diabetes-e-o-avc

 

 

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Esta fotografia tirada de um vídeo conta uma história de maus tratos num lar. Uma mulher de 87 anos caiu durante a noite quando se levantava da cama. Uma funcionária da residência foi ao quarto, mas em vez de ajudá-la, desligou a luz e saiu.

A mulher que estava doente com a doença de Alzheimer, ficou deitada no chão durante mais de duas horas com um fémur partido até à entrada dos trabalhadores do turno da manhã. Uma câmara gravou e revelou tudo o que se passou, o que serviu de prova para a instituição demitir a funcionária. Este trágico acontecimento ocorreu em Fevereiro em Zaragoza, Espanha.

Um mês antes, duas famílias de Madrid tinham denunciado um lar devido ás feridas e sinais de desnutrição que os seus familiares apresentavam.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, um em cada dez idosos é vítima de maus tratos, mas apenas uma pequena percentagem denuncia a situação. As pessoas com demência em fase avançada são as mais vulneráveis porque não têm capacidade de expressão verbal.

Além da agressão física, o abandono e a negligência também deixam marcas através da deterioração na saúde, medicação excessiva ou insuficiente, falta de higiene, e utilização de roupas inadequadas.

Definição de maus tratos

Define-se maus-tratos como o «delito de quem submete alguém, sob sua dependência ou guarda, a castigos imoderados, trabalhos excessivos e/ou privação de alimentos e cuidados, pondo-lhe, assim, em risco a vida ou a saúde» (Dicionário Houaiss; ver também Dicionário da Língua Portuguesa, da Porto Editora, e Dicionário Priberam da Língua Portuguesa).

Dependendo dos critérios utilizados para definir o que são maus-tratos, calcula-se que entre 1% e 14% das pessoas dependentes são vítimas de violência dos seus cuidadores no ambiente familiar.

Parte dos maus-tratos está enquadrada no fenómeno da violência de género (aquela que é exercida sobre o sexo oposto), e outra parte é motivada pela incapacidade de o cuidador arcar com o peso de cuidar.

Tem sido feita muita investigação sobre a violência nas mulheres e nas crianças, mas sabe-se muito pouco sobre o este tema nas residências para idosos.

Quando se fala de maus-tratos na actividade de cuidar, a imagem mais recorrente é a de uma pessoa a ser agredida pela pessoa que cuida dela. Mas a verdade é que a violência física intencional não é a única forma de agressão.

 

 

Maus tratos a nível físico, psicológico, económico e social

O protocolo da Imserso sobre maus-tratos enumera uma série de indicadores que podem ser sinais de alerta.

São sinais de maus-tratos físicos:

1)   Fracturas, feridas, contusões e queimaduras;

2)   Lesões sem explicação;

3)   Desnutrição, desidratação e perda de peso;

4)   Erros na medicação;

5)   Falta de higiene pessoal e na roupa.

Quanto aos indicadores de maus-tratos psicológicos, são de assinalar:

1)   Mudanças nos hábitos alimentares, problemas de sono, medo e confusão, retraimento e isolamento social;

2)   Depressão e ansiedade.

Os maus-tratos a nível económico podem ser detectados nos seguintes sinais:  

1)   Queixa da pessoa sobre perda de dinheiro, objectos ou documentos;

2)   Movimentos suspeitos em contas bancárias correntes;

3)   Mudanças no testamento quando existem dúvidas sobre a capacidade de tomar decisões;

4)   Problemas de saúde sem tratamento.

Os maus-tratos a nível social manifestam-se quando a pessoa:

1)   Fica sentada ou acamada durante horas;

2)   Carece de actividades de estimulação ou entretenimento;

3)   Tem restringidas as visitas ou chamadas telefónicas;

4)   Fica sozinha muitas vezes.

Restrições físicas ou farmacológicas

Embora não seja considerado maus-tratos, o uso de restrições físicas ou farmacológicas é controverso.

A utilização de restrições deve ser excepcional, de carácter temporário e de forma racional. A sua aplicação de maneira geral só traz complicações para a saúde, precipita a dependência e, acima de tudo, constitui um atentado à dignidade do ser humano.



Fontes:

https://www.hoy.es/sociedad/detectar-existe-maltrato-20180415000813-ntvo.html

https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/maus-tratos-e-maltrato/32942

http://www.violenciadomestica.uevora.pt/index.php?/Violencia-e-Maus-Tratos/Definicao



 Artigo OS MAUS-TRATOS NO CUIDAR neste link https://www.cuidador.pt/blogue/195-os-maus-tratos-no-cuidar

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Quem já ajudou uma pessoa a transferir-se de uma cama para uma cadeira, a vestir, ou a tomar banho sabe que pode ficar com dores ou lesões musculoesqueléticas principalmente na zona das costas.

As nossas costas suportam naturalmente o peso do corpo, mas no caso de terem de suportar um peso extra, como por exemplo ajudar uma pessoa a levantar-se, a possibilidade de lesão é real.

Os cuidadores informais são um grupo de risco especialmente se não tiverem treino e conhecimento sobre como ajudar - com segurança - nas atividades de vida diária.

Cuidar é especialmente desafiador quando os espaços são confinados e existem escadas, e os cuidadores informais normalmente cuidam sozinhos e com pouco ou mesmo nenhum equipamento auxiliar.

Se o cuidador perder saúde, por regra todo o agregado familiar fica doente.

Existem dispositivos que ajudam a prevenir acidentes. Um dos exemplos é o aparelho que uma equipa de investigadores de reabilitação de Toronto desenvolveu. Este equipamento ativa um sinal áudio ou uma vibração quando o cuidador está numa postura que o coloca em situação de risco de lesão nas costas. O dispositivo mede o ângulo entre dois sensores - um localizado na parte superior das costas e outro na parte inferior das costas. O objetivo é estimular os utilizadores a se curvarem sem dobrarem a coluna (o que provoca mais tensão nas costas).

Outra forma de prevenção é a realização regular de exercícios para fortalecer os músculos internos profundos do abdómen, dos quadris, da parte inferior das costas, e da pélvis. Sempre que for necessário ajudar uma pessoa a levantar-se deve ser usada a força das pernas para se protegerem as costas. As pernas devem ser flectidas mantendo as costas direitas.

Para se entender melhor como é que as lesões nas costas acontecem e como é que podem ser evitadas, veja o vídeo que se encontra no link no final.

A Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos dá 4 conselhos a quem faz transferências ou mobilizações:

1)   Mantenha a pessoa que está a mobilizar, a transferir, ou a ajudar perto do seu corpo.

2)   Coloque os pés na posição da largura dos ombros para manter o equilíbrio.

3)   Mantenha a cabeça e o pescoço no alinhamento da coluna.

4)   Utilize os músculos das pernas para levantar e/ou puxar.

A dor, de forma genérica, pode surgir devido a fatores físicos, sociais e psicológicos. O estilo de vida, a obesidade e o sedentarismo também estão associados à ocorrência de dor na zona lombar (lombalgia).

Vídeo sobre como é que as lesões nas costas acontecem aqui https://www.youtube.com/watch?v=vZPHPYtPkK0&feature=youtu.be



Fontes:

https://www.aplaceformom.com/blog/how-caregivers-can-prevent-back-pain/

https://www.chiropractic.ca/blog/canadas-low-back-pain-epidemic/

https://www.uhn.ca/corporate/News/Pages/teaching_caregivers_protect_their_backs_while_helping_others.aspx

https://www.saudecuf.pt/desporto/lesoes/lesoes-da-coluna/lombalgia



 Artigo "A Dor na Demência" neste link https://www.cuidador.pt/blogue/110-a-dor-na-demencia

 Artigo “Existe Alguma Relação Entre o Clima e a Dor ?” neste link https://www.cuidador.pt/blogue/215-existe-alguma-relacao-entre-o-clima-e-a-dor

 Artigo sobre “O Envelhecimento e a Distima” neste link https://www.cuidador.pt/blogue/197-a-distimia

 

 

 

 

 

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