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A chegada do verão pode significar mais saídas de casa e convívio social, mas deve-se ter consciência que as temperaturas altas, e a sua variação, estão ligadas ao aumento do risco de golpe de calor especialmente nas pessoas mais velhas.

Mesmo um ligeiro aumento de temperatura no ambiente pode causar stress térmico nos mais idosos. Um estudo realizado pela Universidade de Harvard concluiu que, durante o verão, o aumento de temperatura em 1 grau Celsius ou 1.8 graus Fahrenheit pode aumentar a taxa de mortalidade em idosos que tenham algumas doenças crónicas.

Segundo a cientista da Universidade de Harvard Antonella Zanobetti, independentemente das ondas de calor no verão, a variação elevada da temperatura no dia a dia reduz a expectativa de vida. Essa variabilidade da temperatura pode ser prejudicial em pessoas com a saúde mais frágil.

O estudo concluiu que as pessoas geralmente adaptam-se às temperaturas da zona onde vivem, mesmo que os locais tenham temperaturas altas. O que é um risco para a saúde das pessoas mais velhas é a variação elevada da temperatura porque provoca mais stress no organismo.

O calor aumenta o risco de morte nas pessoas que sofrem das seguintes condições clínicas:

·       Doença pulmonar crónica;

·       Diabetes;

·       Pessoas que já tiveram um ataque cardíaco;

·       Pessoas com insuficiência cardíaca.

O estudo realizado pela Universidade de Harvard também verificou que a taxa de mortalidade era mais alta em pessoas com mais de 65 anos moradoras em áreas residenciais empobrecidas, e era mais baixa em cidades com mais áreas verdes.

Com o envelhecimento da população, e com a crescente prevalência de doenças crónicas cardiovasculares, as temperaturas altas no verão e a sua variação durante o dia tenderão a ser um problema de saúde pública no futuro.



Fonte: http://www.pnas.org/content/109/17/6608


Artigo “Os idosos correm maior risco de sofrer um golpe de calor” aqui: https://www.cuidador.pt/blogue/265-os-idosos-correm-maior-risco-de-sofrer-um-golpe-de-calor

Artigo “A desidratação é factor de risco acrescido para os mais velhos” aqui: https://www.cuidador.pt/blogue/50-a-desidratacao-e-um-factor-de-risco-acrescido-para-os-mais-velhos

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Imagem do filme “Modern Times”, “Tempos Modernos” em português, 
realizado em 1936 nos Estados Unidos pelo cineasta Charlie Chaplin

Era uma vez um país que era uma fábrica.

Os seus cidadãos acompanhavam a cadência das máquinas, e quando as linhas de produção aumentavam de velocidade, as pessoas tinham que acompanhar o ritmo. O resultado era oito horas de muita agitação e stress.

Sabemos que uma das hormonas do stress – o cortisol – está relacionada com a diminuição das defesas do sistema imunológico, e com doenças como a depressão. A população desse país, que era uma fábrica, adoecia mais facilmente, envelhecia mal, e a riqueza que produzia não chegava para pagar o preço do mau envelhecimento. Os Velhos quando saíam da fábrica que era o país, eram descartados e abandonados à sua sorte.

Após as oito horas de trabalho diário, as pessoas chegavam a casa com níveis elevados das hormonas do stress (adrenalina, cortisol, ...) no sangue. Tinham insónias e tornaram-se viciadas em ansiolíticos e soníferos, e sabemos que a toma prolongada desse tipo de medicamentos tem consequências na saúde cognitiva.

O sistema de segurança do trabalho, no país que era uma fábrica, não se preocupava com as doenças crónicas porque era difícil estabelecer uma relação causa/efeito entre as lesões e a actividade profissional. Não entravam nas estatísticas. O seguro cobria acidentes agudos, como queimaduras provocadas por químicos ou quedas, mas assumia com mais dificuldade a responsabilidade de doenças crónicas incapacitantes como problemas de coluna devido a posturas incorrectas ou depressões provocadas pelo stress crónico.

Durante as oito horas diárias de trabalho na casa das máquinas da fábrica que era um país, as pessoas só tinham meia hora para almoçar e 15 minutos de intervalo, e havia quem não se hidratasse porque não podia ter vontade em ir à casa de banho. Sabemos da importância da hidratação para a saúde.

A maioria das pessoas envelhecia mal, e aceitava como inalterável a forma de organização das suas vidas.

Leia um artigo sobre a depressão aqui https://www.cuidador.pt/blogue/129-a-depressao-nao-tratada-e-a-demencia

 

 

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Se tivermos um envelhecimento bem-sucedido, ou um envelhecimento fisiológico (envelhecimento com autonomia e independência), a terceira idade pode ser uma fase tão satisfatória e importante como qualquer outra etapa da vida.

A maneira como envelhecemos depende em grande parte de nós, e há muita gente que não têm a noção que se quiser envelhecer bem tem que se cuidar e ter uma vida ativa e saudável.

A forma como se envelhece pode começar dentro da barriga da mãe caso ela tenha comportamentos de risco ou hábitos pouco saudáveis. Sabe-se atualmente através da biologia molecular que na melhor das hipóteses começamos a envelhecer quando os nossos pulmões entram em contato pela primeira vez com o oxigénio da atmosfera.

Quanto mais cedo tivermos comportamentos saudáveis mais possibilidades temos de ter um envelhecimento fisiológico ou primário (i.e., independente e autónomo). No entanto nunca é tarde para se pensar em envelhecer de forma saudável.

O chefe de serviço de Geriatria do Hospital Universitário Gregorio Maranon de Madrid, José Antonio Serra Rexach, refere quatro pilares de um envelhecimento saudável:

1)   A dieta. Comemos pior atualmente do que há 40 anos, e temos uma elevada taxa de pessoas obesas e malnutridas. É conveniente que se siga a dieta mediterrânica, que se ingira álcool moderadamente, e que se evitem os alimentos hipercalóricos ou processados (alimentos produzidos industrialmente).

2)   O Exercício físico. É ideal a prática de atividade física cardiovascular durante 150 minutos por semana, e o exercício muscular com treinos de força moderada utilizando pesos. Também é aconselhável a prática de alongamentos e exercícios combinados através de modalidades como o taichi ou a yoga. A atividade física influi muito na maneira como envelhecemos.

3)   A rede social. É muito importante ter uma rede sociofamiliar, evitar o isolamento, assim como sair da zona de conforto e relacionar-se com outras pessoas. As pessoas que envelhecem assim envelhecem melhor do que as que ficam isoladas socialmente.

4)   A preparação para a descontinuidade que pode ser a reforma. A passagem á reforma ou jubilação deve ser preparada antecipadamente. Deve ser feita em devido tempo a pergunta“o que é que eu vou fazer quando a minha vida for diferente, quando perder alguns dos meus papeis sociais ligados  à profissão ? sou uma pessoa muito envolvida com o meu trabalho, mas quando entrar na reforma como é que vou ocupar o tempo ?” Se a ocupação do tempo não acontecer com atividades com significado positivo, as consequências no envelhecimento vão ser negativas.

Baseado na fonte: http://www.infosalus.com/mayores/noticia-pilares-envejecer-mejor-20180701075953.html

Leia aqui  https://www.cuidador.pt/blogue/81-7-preconceitos-sobre-o-envelhecimento sobre tema "os preconceitos do envelhecimento."

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As pessoas com demência podem acusar sem razão os familiares cuidadores de coisas terríveis como maus tratos ou roubo.

"Roubaste a minha carteira e todo o meu dinheiro!"

" Estás a manter-me prisioneiro na minha casa!"

"Estás a tentar envenenar-me!"

Embora existam casos reais de abuso, muitas vezes essas acusações são provocadas por delírios, que são sintomas da doença.

Por que razão as pessoas com demência podem fazer falsas acusações?

As acusações podem parecer descabidas ao cuidador, mas a situação é real para o familiar doente porque a sua mente está a tentar dar sentido a informação enquanto a capacidade cognitiva está a diminuir. As pessoas com demência muitas vezes sentem ansiedade, frustração e sensação de perda. A existência desses sentimentos em conjunto com a perda de memória e a confusão, podem facilmente levar à paranoia.

Quando o familiar não consegue recordar-se do sítio onde colocou algum objeto devido à perda de memória de curto prazo (forma de memória afetada no início da doença Alzheimer), pode acreditar que foi roubado. Quando o cuidador o impede de deambular para não se perder, a pessoa doente pode pensar que está a ser aprisionada devido à anosognosia. A anosognosia caracteriza-se pela falta de consciência sobre a própria doença, o que pode levar a pessoa paciente a não reconhecer suas limitações ou a apresentar comportamentos inadequados.

Essas acusações podem ser duras de ouvir, mas é importante que a pessoa cuidadora se lembre que não se trata de ataques pessoais. O cérebro da pessoa não consegue dar sentido ao que está a acontecer e cria versões alternativas da realidade para compensar essa falta de entendimento.

 

8 maneiras de lidar com as acusações descabidas

1)    Não leve para o lado pessoal

Lembre-se de que o seu familiar só faz essas acusações porque a sua capacidade cognitiva está em declínio. Ele está a tentar entender a realidade que perceciona da melhor maneira que consegue. Mantenha a calma e não pessoalize a acusação. Procure tranquilizá-lo e demonstre que se preocupe com o que está a sentir.

2)    Não discuta nem utilize a lógica

É importante não discutir nem tentar convencer que se está errado utilizando a lógica porque não pode ganhar uma discussão com alguém cujo cérebro não processa a lógica corretamente. E discutir só vai deixá-los irritados e mais insistentes. Em vez disso deixe expressar as ideias, sentimentos e opiniões. Será mais fácil acalmá-lo e distraí-lo se se sentir ouvido e a sua perspetiva validada.

3)    Use um tom de voz calmo e uma linguagem corporal positiva

Se tiver que dialogar com uma pessoa com delírios que acredita firmemente no que diz, é essencial manter a calma. Baixe o nível de adrenalina, fale num tom de voz suave e calmo e utilize também a comunicação não verbal - como o toque ou o abraço – para tranquilizar.

4)    Crie um ambiente calmo

Criar um ambiente calmo é outra maneira de reduzir a tensão. Desligue a televisão para reduzir o ruído e a agitação, peça a outras pessoas para saírem da sala, ou ponha a tocar uma música que acalme num volume baixo. A aromaterapia é outra estratégia para criar um ambiente relaxante.

5)    Dê respostas simples

Quando responder às acusações delirantes, dê respostas curtas e simples. Explicações ou raciocínios longos podem causar ainda mais agitação e confusão.

6)    Distraia a pessoa com uma atividade agradável

A melhor maneira de impedir o familiar de ficar obcecado com a acusação, é validar (i.e., aceitar o delírio) e procurar distrair com uma atividade divertida ou satisfatória. Talvez seja uma boa altura para fazer um lanche ou pedir ajuda na realização de uma tarefa simples como dobrar ou arrumar roupa.

7)    Tenha os objetos que frequentemente se perdem em duplicado 

Se notar que o seu familiar perde com mais frequência um determinado objeto, considere a hipótese de comprar vários objetos semelhantes. Se por exemplo ele perde constantemente a carteira, compre outra igual para ajudar a "encontrá-la".

8)    Procure apoio

Ser acusado injustificadamente de roubo ou de outra forma de abuso pode ser devastador para o cuidador. Mesmo que ele disfarce os sentimentos para evitar perturbar ainda mais o familiar doente, essas acusações podem magoar por dentro. Para ajudar a lidar com essa situação, ele deve procurar um grupo de apoio ao cuidador - pessoalmente ou on-line.


Fonte: http://dailycaring.com/8-ways-to-deal-with-false-dementia-accusations/


Leia também:

“ALUCINAÇÕES E DELÍRIOS EM PESSOAS COM DEMÊNCIA” aqui: https://www.cuidador.pt/blogue/121-alucinacoes-e-delirios-em-pessoas-com-demencia-3

“ALUCINAÇÕES E DELÍRIOS EM PESSOAS COM DEMÊNCIA. CAUSAS, MANIFESTAÇÕES E TRATAMENTO” aqui:  https://www.cuidador.pt/blogue/258-alucinacoes-e-delirios-em-pessoas-com-demencia-causas-manifestacoes-e-tratamento

“ALUCINAÇÕES E DELÍRIOS EM PESSOAS COM DEMÊNCIA” aqui: https://www.cuidador.pt/blogue/89-alucinacoes-e-delirios-em-pessoas-com-demencia

 

 

 

 

 

 

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As pessoas em geral, e de idade mais avançada em particular, devem ter no verão uma dieta diferente da que normalmente têm no outono e no inverno. 

No verão, a dieta deve ser menos calórica porque a necessidade energética do organismo é menor.

 Os alimentos ingeridos devem ter menos calorias e ser ricos em vitaminas, sais minerais, fibra, e sobretudo líquidos (água).

A mãe natureza é sábia e não é por acaso que ela produz alimentos diferenciados nas diferentes estações do ano.

Não significa porém que as ementas de outono e inverno não possam também ser servidas no verão, mas é recomendável que se efetuem algumas modificações.

As refeições confeccionadas devem ser mais leves, refrescantes, fáceis de digerir e que satisfaçam as (menores) necessidades de energia do corpo.

Devem ser fornecidos os macronutrientes, as vitaminas, os minerais, as fibras e os líquidos necessários.

e obtemos um efeito antioxidante natural protetor do risco de doenças cardiovasculares e de determinados tipos de cancro como o cancro do cólon e o cancro da mama.

 

Não se trata de comer menos no verão do que no inverno, mas sim de seguir uma dieta diferente, já que nessa altura do ano precisamos de menos calorias e de maior hidratação.

A hidratação também melhora o funcionamento intestinal,

As diferenças entre os tipos de dieta são fundamentalmente as matérias primas utilizadas, as formas de preparação, a temperatura e a textura com que as refeições são servidas.

 

ALIMENTOS FRESCOS E RICOS EM ÁGUA 

Devemos ingerir alimentos frescos, com fibra, leves, e ricos em água como por exemplo:

•         Hortaliças e verduras: comer diariamente saladas de alface, pepino, repolho, couve-flor, brócolos, alcachofra, abobrinha, beringela, pimenta, beterraba, cenoura, acelga, aipo, alho-porro, cebola, rabanete, nabo, feijão verde, broto de feijão e escarola.

•         Frutas: consumir alternadamente frutas da estação de verão ricas em água e micronutrientes, como o melão, melancia, morango, pêssego, damasco, ameixa, cereja, uva, kiwi, abacaxi, figo e maçã. Elas podem ser servidas como saladas de frutas porque estimulam o apetite devido ao aspeto colorido.

•         Cereais: os cereais mais recomendados são a cevada, o milho e o painço. Devem-se evitar alimentos muito calóricos, especialmente os ricos em gorduras saturadas como certo tipo de carnes, salsichas, queijos curados e leite gordo. Devem-se servir alimentos ricos em ácidos graxos mono e polinsaturados, como o ácido oleico, presentes no azeite, sementes, e peixes azuis ricos em ácidos graxos ómega-3.

MODO DE PREPARAÇÃO

•         Evite preparações na forma de guisados, assados, fritos ou caldos quentes.

•         Use preparações leves, na forma de caldos, sopas e cremes frios, gaspacho, etc.

•         Prepare saladas diariamente com base na alface, tomate, pepino, endívias, escarola, repolho, couve-flor, alcachofra, repolho roxo, nabo, beterraba, cenoura, espinafre, acelga, aipo, agrião, cebola, rúcula. Faça saladas de legumes, saladas de arroz, saladas de macarrão, salada de batata, salada russa, etc. A estas saladas pode ser adicionado frango, atum, barriga, cavala, ovo, etc.

•         Esses alimentos devem ser servidos crus para se aproveitarem todos os nutrientes, já que as preparações culinárias (o calor e a água da cozedura deitada fora) destroem parte das suas vitaminas.

•         Como segundo prato pode-se servir frango, peru, peixe de preferência azul preparado na hora ou cozido. Também pode servir ovos, queijo fresco, melão com presunto, frutos do mar ou coquetéis de peixe…

•         Como sobremesas, recomenda-se muita fruta, complementando-a com produtos lácteos como por exemplo iogurte natural. Os laticínios podem ser o iogurte, a coalhada, os cremes, etc. De vez em quando pode ter um "capricho" como comer um pudim ou um gelado.

•         Não consuma doces e bolos mais do que uma vez por semana.

•         A dieta deve ser controlada em temperos, especiarias e condimentos. Em condições normais, devemos consumir menos de 5 a 6 gramas de sal por dia apesar das perdas decorrentes da transpiração. Somente em situações com atividades físicas intensas, temperatura muito alta, com muita transpiração e um consumo de água acima de quatro litros por dia deve ser adicionado um suplemento de sal.

•         Devido ao aumento do risco de intoxicação alimentar no verão, é essencial maximizar as condições de higiene, consumir alimentos seguros, bem embalados e conservados, devidamente cozidos. Deve-se servir ovo pasteurizado e ter cuidado com molhos e maioneses. A água potável engarrafada melhora a segurança alimentar.

HIDRATAÇÃO

·       Para evitar a desidratação deve-se beber entre 2 a 2,5 litros de água por dia. A hidratação também pode ser feita através de sumos de frutas, leite, batidos e infusões sem açúcar.

·       É preciso estar atento ao consumo de álcool. As pessoas que não têm contraindicações podem beber um copo de vinho ao almoço e ao jantar, assim como uma cerveja sem álcool, até um máximo de 20-25 gramas / dia.

·       É recomendável que se façam caminhadas, mas este exercício recomendado pela OMS devido à ausência de risco cardiovascular e osteoarticular deve ser feito sempre fora das horas de maior calor.

Se seguirmos estas sugestões vamos ter uma dieta variada, equilibrada e saudável.

 

Fontes:

https://www.segg.es/ciudadanos/2014/07/23/dieta-para-los-mayores-en-verano-sabrosa-y-rica-en-agua2

Sociedade Espanhola de Geriatria e Gerontologia


Artigo EXISTE ALGUMA RELAÇÃO ENTRE O CLIMA E A DOR? aqui neste link https://www.cuidador.pt/blogue/215-existe-alguma-relacao-entre-o-clima-e-a-dor

Artigo COMO PREVENIR A PNEUMONIA NOS MAIS VELHOS aqui neste link https://www.cuidador.pt/blogue/200-como-prevenir-a-pneumonia-nos-mais-velhos

Artigo O CALOR TRAZ CONSEQUÊNCIAS PARA A SAÚDE aqui neste link https://www.cuidador.pt/blogue/171-o-calor-traz-consequencias-para-a-saude

Artigo A TEMPERATURA AMBIENTE E O ENVELHECIMENTO aqui neste link https://www.cuidador.pt/blogue/119-a-temperatura-ambiente-e-o-envelhecimento

Artigo SUGESTÕES PARA OS IDOSOS NO TEMPO FRIO aqui neste link https://www.cuidador.pt/blogue/303-sugestoes-para-os-idosos-no-tempo-frio

Artigo O PERIGO DA VARIAÇÃO DAS TEMPERATURAS NO VERÃO aqui neste link https://www.cuidador.pt/blogue/271-o-perigo-da-variacao-das-temperaturas-no-verao

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