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A “aspirina” pode reduzir o risco de Alzheimer?

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Um estudo realizado no Centro Médico da Universidade de Rush, em Chicago, Illinois, Estados Unidos demonstrou a relação entre a toma da vulgar “aspirina” e a diminuição do risco da prevalência da doença de Alzheimer. Este medicamento de venda livre diminuiu a patologia da placa amiloide em ratos através da estimulação da função dos lisossomas (organelos das células que degradam e reciclam o “lixo” celular).

A toma regular de “aspirina” em doses baixas pode representar uma nova via para reduzir a patologia apesar de se desconhecer a causa exata da progressão da doença de Alzheimer. A eliminação da proteína tóxica beta amiloide, especialmente no hipocampo, (zona do cérebro relacionada com a memória), é um fator importante a estudar. Esta proteína interfere na comunicação entre os neurónios (sinapses) o que origina o estado demencial. A estimulação da atividade celular responsável pela eliminação dos detritos do cérebro parece ser uma estratégia prometedora para abrandar a evolução da doença.

A “aspirina” é um medicamento receitado pelos médicos como analgésico e para tratamento de doenças cardiovasculares.


Fonte: http://www.infosalus.com/farmacia/noticia-dosis-baja-aspirina-podria-reducir-riesgo-alzheimer-20180703075944.html



Leia artigo sobre o mesmo tema neste link https://www.alzheimers.net/aspirin-reduce-alzheimers-plaque/

Artigo sobre os riscos da utilização regular da aspirina neste link https://www.cuidador.pt/blogue/117-riscos-da-utilizacao-regular-da-aspirina-como-terapia

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