Log in

 

 

  • blogue
  • Visualizações: 4622

 

Segundo a Organização Mundial de Saúde a depressão é a quarta causa de incapacidade no mundo atualmente, e em 2020 passará a ser a segunda maior, ficando apenas atrás das doenças cardiovasculares.

A depressão caracteriza-se por um sofrimento de tamanha intensidade, que dificilmente pode ser imaginada por quem não a sente. Para o deprimido o facto de a sua dor não ser reconhecida torna mais forte a sensação de estranheza e pena de si mesmo. (Kapczinski, 2000).

A relação entre depressão e demência é tão estreita que alguns cientistas acreditam que a primeira pode ser um dos primeiros sintomas da segunda. As pessoas com depressão têm um risco acrescido de padecerem de Alzheimer e os pacientes de Alzheimer têm uma elevada prevalência de depressão. A trajetória depressiva que vai de sintomas iniciais leves a um aumento da intensidade sintomática pode indicar o risco de demência entre idosos.

 

A depressão afeta a cognição e pode provocar a condição de pseudodemência, que possui sintomas semelhantes à demência.

A forma como esta doença se manifesta depende de pessoa para pessoa. Ela tanto pode surgir como um único episódio, como aparecer repetidamente durante longos períodos de tempo, ou ainda piorar ao longo do tempo. É esta última possibilidade que segundo um grupo de cientistas holandeses aumenta significativamente o risco de demência. Cientistas da Universidade Rotterdam Erasmus publicaram um estudo na revista Lancet Psiquiatria que conclui que a depressão que piora ao longo do tempo, ao contrário de episódios repetitivos ou de um único episódio depressivo, aumenta o risco de uma pessoa desenvolver demência.

Um estudo realizado pela Universidade de Cambridge no Reino Unido que contou com a participação de 1 858 indivíduos, estabeleceu uma relação entre a presença na saliva da hormona cortisol (hormona do stress) e a depressão. Foram analisadas amostras de saliva matinais da hormona ao longo de 12 meses, e verificou-se que as pessoas que tinham níveis elevados da hormona cortisol na saliva possuíam uma possibilidade substancialmente superior de sofrer de depressão. O stress surge quando se está perante uma situação que ameaça o bem-estar. Perante essa ameaça o organismo produz a hormona cortisol, que faz subir o nível de açúcar no sangue (energia para "defrontar a ameaça"), aumenta o ritmo cardíaco, sobe a tensão arterial e desativa as ondas cerebrais relacionadas com a criatividade. Com essas alterações fisiológicas o organismo fica pronto para enfrentar ou fugir da “ameaça”.

  

A depressão também é causa de subida do número de internamentos hospitalares, risco de doença cardiovascular e aumento da taxa de suicídio.

O estilo de vida, a atividade física, a saúde cardiovascular e a saúde emocional afetam a saúde mental, pelo que ao longo do ciclo de vida deve-se manter um estilo de vida saudável, fisicamente ativo, uma dieta equilibrada e é de evitar o stress prolongado.

Podem ser fatores de depressão nos mais Velhos:

·       Isolamento social;

·       Dor crónica;

·       Dificuldade de executar as atividades de vida diária (fazer a higiene, vestir, alimentar, etc.);

·       Dificuldade de gerir as atividades instrumentais de vida diária (incapacidade de gerir a vida);

 Quando surgem dificuldades de gerir as atividades de vida diária e as atividades instrumentais de vida diária, um pequeno apoio da família pode ser suficiente para melhorar o bem-estar e manter o familiar sénior no seu domicílio.

A planta Hypericum perforatum ou “erva de São João” possui propriedades antidepressivas e é frequentemente prescrita como antidepressivo na Alemanha. Vários estudos têm demonstrado que a erva de São João alivia os sintomas de depressão leve e está associada a poucos efeitos secundários. A bebida deve ser preparada com a infusão da planta seca, nomeadamente da parte vegetativa aérea e das extremidades florais. Estudos realizados na Europa e nos Estados Unidos concluíram que a erva de São João é mais eficaz do que um placebo (“medicamento” inofensivo na sua composição química com efeitos psicológicos). Deve-se ter em conta que o consumo de suplementos nutricionais e ervas de venda livre podem interferir com a ação de medicamentos prescritos pelo médico. Os tratamentos da ciência médica habitualmente usados no tratamento da depressão incluem antidepressivos ou ansiolíticos combinados com a psicoterapia.

Fonte:

https://www.clikisalud.net/la-depresion-podria-aumentar-el-riesgo-de-demencia

https://www.2ti.es/2016/05/depresion-riesgo-demencia/

 

 

  • blogue
  • Visualizações: 3231

O papel de cuidador é difícil e por isso as suas necessidades não devem ser negligenciadas.

Existe uma analogia entre a situação do tripulante de um avião acidentado e a do cuidador informal: em caso de emergência, ambos devem colocar primeiro a sua “máscara de oxigénio” para conseguirem ajudar convenientemente quem os rodeia.



Algumas sugestões para o cuidador cuidar de si:

• Não negligencie as suas necessidades. Durma o suficiente, alimente-se adequadamente e esteja atento à sua saúde (consultas médicas, toma de medicamentos prescritos, exercício, etc.).

• Invista no seu autocuidado. Ouça música, faça uma marcação de uma sessão no SPA, faça uma caminhada, medite, leia um livro, coma a sua refeição favorita, tire férias. Em suma, faça regularmente algo que goste bastante.

• Procure grupos de apoio. Uma simples busca no Google pode levá-lo a encontrar organizações de grupos de apoio.

• Caso seja possível procure ter o seu próprio terapeuta. Não me refiro a um terapeuta da sua família, mas a um terapeuta só seu.

• Passe algum tempo longe da pessoa cuidada. Sim, você tem direito a fazer uma pausa.

• Seja paciente e compreensivo com a pessoa cuidada. Todo a gente precisa de carinho quando se encontra doente.

• Seja paciente e compreensivo consigo mesmo porque por vezes não vai saber o que dizer ou fazer, o que pode levá-lo a ficar frustrado ou deprimido.

• Conheça os seus limites e recorra a ajuda de familiares, amigos ou profissionais de saúde sempre que precisar.

• Se o diagnóstico do familiar incluir alterações de humor não leve pessoalmente essas alterações. Crie estratégias para lidar com as alterações emocionais.

• Dependendo do diagnóstico ou de algum efeito secundário de certos medicamentos, a libido do seu cônjuge pode ser afectada. Podem acontecer reacções extremas: impulsos hipersexuais ou hiposexuais. Seja paciente. Se a redução do desejo sexual for um problema, procure formas não-sexuais na intimidade.



 Baseado num artigo de Krystal Reddick 



 

Artigo sobre como é que o cuidador se deve cuidar neste link https://www.cuidador.pt/blogue/199-como-e-que-o-cuidador-se-deve-cuidar

Artigo sobre a organização do dia a dia do cuidador neste link  https://www.cuidador.pt/blogue/244-a-organizacao-do-dia-a-dia-do-cuidador

Artigo como é que o cuidador deve lidar com o sentimento de culpa neste link  https://www.cuidador.pt/blogue/279-como-e-que-o-cuidador-deve-lidar-com-o-sentimento-de-culpa

  • blogue
  • Visualizações: 5190


É natural que com o avançar da idade, mesmo quando o envelhecimento é primário ou fisiológico (i.e., envelhecimento não patológico), o sono fique mais fragmentado. Mas essa alteração no padrão do sono não deve significar que se durma mal. Não dormir bem de forma crónica provoca ou agrava perdas cognitivas.

Quando este tema diz respeito aos cuidados informais a situação é mais complexa. Se a pessoa doente não dormir bem, o familiar cuidador também não descansa, o que os torna mais propensos à instabilidade emocional e irritação. Qualquer pessoa (mesmo saudável) tem pior desempenho em testes cognitivos se estiver privada de descanso, e quem sofre de demência está mais sujeita a ter perturbações no sono, agitação e ansiedade devido às alterações neurológicas. Essa realidade é uma fonte de stress para o agregado familiar.

Terapia da pressão

As pessoas que sofrem de demência, como por exemplo da doença de Alzheimer, sofrem muitas vezes de agitação, de ansiedade e de perturbação do sono, e a utilização de um édredon pode ser uma solução conservadora ou não medicamentosa para desagravar os sintomas.

Dois estudos realizados em 2008 e 2012 comprovaram que a utilização de uma manta com o peso adequado à situação de saúde da pessoa, pode reduzir a ansiedade, acalmar os nervos e estimular o sono. O peso ligeiro do cobertor, ao provocar uma pressão suave no corpo (terapia de pressão), estimula a produção da hormona serotonina. Esta hormona, como se sabe, melhora o humor, e promove o relaxamento e o bem-estar. A pressão do édredon deve estar dividida uniformemente pelo corpo, e deve depender do peso e da condição física do familiar.

Deve-se, no entanto, consultar um médico sobre a sua utilização quando o familiar possui algumas morbidades como problemas cardiorrespiratórios, doenças cardiovasculares, alterações na regulação de temperatura do organismo, ou se encontra em recuperação de uma cirurgia. Se a pessoa adulta não tiver impedimentos clínicos, o peso do édredon – distribuído uniformemente pelo corpo - deverá corresponder a cerca de 10% do peso corporal. Se a pessoa estiver numa situação de fragilidade o peso deverá ser diminuído segundo indicação médica. Se a manta cobrir uma área menor do corpo, o seu peso deverá ser menor, seguindo orientação médica.

Outras estratégias para atenuar os problemas de sono:

1)    Ter atividade física durante o dia. A caminhada durante o dia pode ajudar a melhorar o sono noturno. É de evitar a prática de exercício próximo da hora de deitar.

2)   Otimizar os estímulos ambientais. O ambiente pode acalmar ou agitar. Deve-se manter o ambiente do quarto de dormir escuro (a ausência de luz estimula a produção da hormona do sono melatonina), com uma temperatura adequada e silencioso.

3)   Manter rotinas, principalmente na hora de despertar.

4)   Verificar se os medicamentos que estão a ser tomados afetam o sono. A título de exemplo, os sedativos ingeridos durante o dia podem resultar em sestas e consequentemente em insónia durante a noite. Outro exemplo é a toma de diuréticos numa fase avançada do dia que pode resultar em micção noturna. Pela mesma razão, a hidratação deve ter o seu ponto alto durante o dia e diminuir à noite, sem colocar em causa a quantidade de água necessária ao sénior.

5)   Evitar excitantes como o café ou comidas pesadas à noite.

6)   Não fumar, especialmente perto da hora de dormir. A nicotina é um excitante e pode prejudicar a qualidade do sono;

7)   A escuridão desempenha um papel importante na produção da hormona do sono melatonina. Caso seja necessária uma luz de presença no quarto de dormir, esta deve ser de fraca intensidade e com uma cor quente (i.e. alaranjada). A hormona melatonina além de regular o sono, também tem funções rejuvenescedoras, antioxidantes, fortalecedoras do sistema imunitário.

8)   Medicamentos de prescrição médica. Existem medicamentos para dormir, como sedativos e tranquilizantes, que por vezes são prescritos para ajudar a manter as pessoas com demência mais calmas durante a noite. Estes fármacos incluem antipsicóticos, benzodiazepinas ou soníferos. Infelizmente, todos estes medicamentos podem ter efeitos colaterais como a deterioração da cognição e o aumento do risco de queda.

9)   A trazodona é um ligeiro antidepressivo que é levemente sedativo. Um pequeno estudo realizado em 2014 concluiu que a trazodona melhora do sono em pacientes com Alzheimer.

10)         Abordagens comportamentais e ambientais. Alguns estudos científicos concluem através de ensaios clínicos que as drogas para dormir só devem ser utilizadas como último recurso. O foco deve estar em abordagens comportamentais e ambientais (como por exemplo criar rotinas, fazer caminhadas, evitar o ruído, manter a temperatura adequada no quarto, evitar a dieta excitante ou energética, utilizar luzes "quentes" na iluminação, não ver televisão no quarto de dormir, etc.).

11)       Melatonina. Existem alguns medicamentos com menos efeitos secundários que podem ser utilizados, como por exemplo a melatonina: como já foi referido anteriormente, a melatonina é uma hormona participante no ciclo sono-vigília.



Baseado nas fontes:

http://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1300/J004v24n01_05

https://dailycaring.com/weighted-blankets-in-dementia-care-reduce-anxiety-and-improve-sleep/



Mais informação sobre este tema:

Artigo A IMPORTÂNCIA DO SONO E COMO MELHORÁ-LO aqui: https://www.cuidador.pt/blogue/148-a-importancia-do-sono-e-como-melhora-lo

 

Artigo OS PROBLEMAS DO SONO… aqui: https://www.cuidador.pt/blogue/186-os-problemas-do-sono

 

  • blogue
  • Visualizações: 5040

 

1 – IR A UM MÉDICO LOGO QUE POSSÍVEL PARA OBTER O DIAGNÓSTICO DO FAMILIAR E O SEU TRATAMENTO

Os sintomas de demência aparecem gradualmente e as alterações de comportamento podem passar despercebidas numa fase inicial, com a excepção de situações agudas (traumatismo craniano, infecções, etc),

No caso concreto de Alzheimer, um sinal inicial da doença é a diminuição da memória de curto prazo. Este tipo de memória tem a função de armazenar informação por alguns minutos. Logo que sejam perceptíveis sintomas anormais como por exemplo a repetição de frases ou perguntas, o familiar deve ser levado a uma consulta médica para se realizar o diagnóstico de modo a permitir gerir melhor o presente e planear o futuro.

2 – PROCURAR APOIO NA COMUNIDADE

Para o bem estar do cuidador e da pessoa cuidada, deve ser procurada ajuda na comunidade (grupos de apoio, associações, etc.). Tentar fazer tudo sozinho tem um preço na saúde do cuidador e na qualidade do cuidar.

3 – INFORMAR-SE E INFORMAR A FAMÍLIA E AMIGOS PRÓXIMOS

O nível da actividade de cuidar vai mudando à medida que a doença vai avançando. É preciso conhecer bem a doença e as mudanças que a acompanham.

4 – COLOCAR-SE EM CONTATO COM PESSOAS

Fazer tudo sozinho é esgotante. O apoio da família, amigos e programas comunitários representam uma grande ajuda. Se não fôr oferecida ajuda, o cuidador deve pedi-la. Quando a pressão se torna insuportável, deve ser procurada ajuda profissional.

5 – CUIDAR TAMBÉM DE SI MESMO

O cuidador deve ter em atenção a sua própria situação, ou seja, vigiar a sua dieta, fazer exercício, descansar adequadamente, procurar ter algum tempo livre para ir às compras, ao cinema ou encontrar-se com um amigo. As pessoas mais próximas, incluindo o familiar com Alzheimer, desejam certamente que ele se cuide.

6 – CONTROLAR O CANSAÇO

A fadiga pode causar problemas físicos (irritação estomacal, pressão arterial alta) e mudanças de comportamento (irritabilidade, falta de concentração, perda de apetite). O cuidador deve utilizar técnicas de relaxamento e procurar apoio médico caso seja necessário.

7 – ACEITAR AS MUDANÇAS

As fases da doença de Alzheimer evoluem e o mesmo acontece com as necessidades do doente. Por vezes são necessários cuidados que dificilmente podem ser prestados em casa. Deve-se investigar todas as áreas sobre o cuidar para facilitar a adaptação às mudanças à medida que elas forem acontecendo.

8 – PLANIFICAR ASSUNTOS LEGAIS E FINANCEIROS

Deve ser consultado um advogado para levantar informação sobre assuntos como procurações, testamentos, cuidados futuros médicos, casa, seguros de saúde e outras considerações. A planificação destes assuntos evitará problemas mais tarde. É recomendável que toda a família participe, incluindo a pessoa com Alzheimer.

9 – SER REALISTA E NÃO NEGAR O ÓBVIO

O cuidado que vai ser desempenhado é de extrema importância e é impossível controlar muitas das circunstâncias e comportamentos relacionados com a doença. É normal que o cuidador se sinta por vezes preso num sentimento de perda e dôr, mas é importante concentrar-se nos momentos positivos e disfrutar as boas recordações.

10 – RECONHECER O ESFORÇO E NÃO SE SENTIR CULPADO

O cuidador é um ser humano e como tal pode ocasionalmente perder a paciência e sentir-se incapaz de prestar o cuidado necessário. É muito importante que ele reconheça o seu próprio mérito: o familiar precisa dele e ele está presente. Esse é um motivo para se sentir orgulhoso e se o familiar pudesse, agradecer-lhe-ia.

Baseado na fonte: alzheimer´s association

 

 

 

 

 

  • blogue
  • Visualizações: 5923

Uma alucinação é uma percepção falsa de objectos ou acontecimentos que envolve os sentidos, e geralmente surge em fases avançadas das diversas formas de demência.

Quando uma pessoa alucina, ela “vê”, “ouve”, “cheira” ou “sente” algo que na realidade não existe.

Ela pode ver o rosto de um ex-amigo numa cortina, insectos na sua mão, ou conversar com alguém que só existe na sua imaginação.

A primeira linha de tratamento para os sintomas comportamentais da doença de Alzheimer é o tratamento conservador (sem a utilização de medicamentos).

Quando a estratégia conservadora para lidar com alterações de comportamento falha e os sintomas são graves, os medicamentos podem ser apropriados.

Os medicamentos antipsicóticos podem ser eficazes em algumas situações, mas estão associados ao risco de acidente vascular cerebral e morte em idosos com demência, pelo que devem ser usados com cuidado. Cabe ao médico pesar os riscos e os benefícios da medicação antes de tomar uma decisão.

No entanto, uma alucinação não ocorre unicamente em situação de demência pelo que se deve fazer uma avaliação médica quando ela acontece. Também pode ser causa de alucinação:

·       Esquizofrenia;

·       Problemas físicos, como infecções nos rins ou na bexiga, desidratação, dôr intensa ou abuso de álcool ou drogas;

·       Problemas de visão ou audição;

·       Efeitos secundários de medicamentos.

Estratégia para lidar com uma alucinação

·       Perante uma alucinação deve-se ser cauteloso e avaliar em primeiro lugar se a alucinação é um problema para a pessoa ou para o cuidador. A alucinação é perturbadora? Pode levar a uma atitude perigosa? Se o comportamento não é perigoso, pode não haver necessidade de intervir.

·       A causa será a presença de uma pessoa desconhecida que está a assustar a pessoa?

·       O cuidador deve reagir com calma, utilizar palavras tranquilizadoras, um contacto reconfortante e nunca discutir sobre o que ele ou ela vê ou ouve.

·       O cuidador deve tranquilizar, responder de forma calma, empática, e utilizar expressões como: "Não se preocupe, eu estou aqui, eu protejo-o". Um toque empático pode desviar a atenção e diminuir a alucinação.

·       O cuidador deve procurar descobrir que sentimentos estão atrás da alucinação e utilizar distracções.

·       O cuidador deve sugerir a passagem para outra divisão da casa. As alucinações frequentemente diminuem em áreas bem iluminadas com a presença de pessoas. A forma de iluminação pode criar sombras, reflexos ou distorções de imagens no chão, paredes e móveis.

·       O cuidador deve desviar a atenção da pessoa para uma música, conversa ou actividade com significado positivo para a pessoa.

·       Outra possibilidade é modificar o ambiente, verificar se há sons que possam ser mal interpretados, como ruídos de televisão ou de um aparelho de ar condicionado.

·       Pode ser necessário tapar os espelhos ou removê-los do local se a pessoa não se reconhecer.

Fonte: agingcare

Log in or Sign up