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Cada pensamento que temos tem consequências na nossa saúde porque ele dá “instruções” ao hipotálamo para que crie hormonas que correspondam a esse estado mental. 

O hipotálamo é uma espécie de laboratório químico localizado no cérebro que produz hormonas relacionadas com os pensamentos, sejam eles alegres, destrutivos, críticos, etc. Se não cuidarmos dos nossos pensamentos e processos mentais, o nosso organismo vai inundar-se de toxinas que nos debilitam primeiro emocionalmente e depois fisicamente.

O hipotálamo estimula a produção de determinadas hormonas consoante determinados pensamentos que temos. Se, por exemplo, tivermos pensamentos que nos coloquem frequentemente num estado de stress, alerta ou desconfiança, o hipotálamo irá estimular a produção de forma constante  de hormonas, que irão colocar o organismo em modo constante de “ataque/fuga”. Essa função pode ser importante em momentos de verdadeiro perigo ou ameaça ao nosso bem estar, mas é prejudicial à saúde se acontecer de forma continuada.

 

 

Pensamentos que causam stress, ansiedade e preocupação durante semanas, meses, ou mesmo anos, estimulam respostas químicas hormonais prolongadas no tempo como se correspondessem a uma verdadeira ameaça ou perigo iminente. O resultado é a intoxicação bioquímica do nosso corpo. Nenhum organismo pode viver com saúde permanentemente em estado de stress ou medo. Essa situação pode levar a enfartes, anginas de peito, úlceras gastrointestinais, hipertensão arterial e diabetes. 

Outras patologias relacionadas com os nossos pensamentos são as infeções virais e bacteriológicas porque o stress provoca a produção da hormona cortisol (hormona do stress) o que leva à diminuição das defesas do sistema imunológico.

Perante uma ameaça que resulta unicamente do nosso pensamento, os músculos ficam mais tensos, a circulação sanguínea afetada e os processos internos não vitais paralisados. A circulação sanguínea sofre alterações, a tensão arterial sobe, o nível de glicemia e colesterol aumenta, tal como acontece com a atividade do sistema nervoso. Os resultados podem ser doenças em órgãos como o coração, rins, pâncreas e a fragilização do sistema imunitário. Por esses motivos ficamos mais expostos a ter uma gripe, sofrermos de alergias, demoramos mais tempo cicatrizar uma ferida ou em curar infeções.

Mas a sequência pensamento – hipotálamo – hormonas – envenenamento do corpo – destruição do sistema imunitário pode ser diferente. Pensamentos de confiança, amor, segurança, tranquilidade, calma, paz e alegria estimulam a produção de hormonas como as endorfinas, que fazem bem á saúde e reforçam o sistema imunológico.

Somos muito o que pensamos!

 

 

 

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É comum os pacientes de Alzheimer terem uma conduta de perseguição ou de "sombra". Ela ocorre quando a pessoa tenta seguir o seu familiar cuidador como uma criança segue o pai ou a mãe. Este comportamento pode tirar o espaço de privacidade do cuidador e criar alguma perturbação.

É importante entender que essa situação é ​​ resultado da progressão da doença. As alterações de comportamento da pessoa doente que podem causar ansiedade no cuidador têm uma mensagem por detrás que é importante compreender. Nos doentes de Alzheimer, a conduta de perseguição ou de sombra representa insegurança e medo.

A pessoa doente perante a incerteza do desconhecido pergunta a si própria: Onde estou? O que devo fazer? Para aonde devo ir? Eu conheço-te? A este respeito o cuidador incorpora uma figura que simboliza segurança e proteção.

Deve-se ter em conta que o comportamento de perseguição se deve à doença e não se pode mudar ou inverter a evolução da doença. O que se deve fazer é entender a razão de ser dos sintomas e agir de adequadamente.

 

Imagem: mwewering (Pixabay)

 

Aceitação

O cuidador deve aceitar o comportamento sombra e ter consciência que a emoção causadora é o MEDO. O medo está normalmente presente na demência em geral e no Alzheimer em particular. Perante este sentimento o cuidador deve fazer a si mesmo a pergunta: O que é que posso fazer ou dizer para o tranquilizar o meu familiar?

A necessidade de deambular e seguir o cuidador resulta do medo e isso também compromete a segurança e aumenta o risco de queda. A implementação de rotinas diárias e a prática de atividades familiares pouco exigentes enquadradas num ambiente seguro e tranquilo transmitem e criam condições de segurança à pessoa com demência. 

 Parte do que o cuidador pode fazer resume-se ás seguintes três sugestões:

- Dizer palavras tranquilizadoras como " estás bem, calma", "estou aqui para te ajudar", "tudo vai ficar bem". Deve ser utilizado um tom de voz calmo e empático. As frases devem ser curtas e com pouca informação de cada vez.

- Utilizar música de ambiente relaxante para ajudar a criar um ambiente descontraído.

- Rodear a pessoa com os seus pertences, fotografias, lembranças e objetos familiares.

O cuidador deve ter presente que com a progressão da doença o que hoje transmitiu segurança e conforto amanhã pode deixar de ser eficaz e ser necessário modificar a estratégia.


Fonte: https://www.alzheimeruniversal.eu/2017/02/14/la-conducta-de-seguimiento-constante-o-sombra/

 

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Muitas vezes o cuidador na sua boa fé, subestima as capacidades que a pessoa que se encontra ao seu cuidado ainda possui, e o excesso de ajuda ou ajuda desnecessária promove a dependência.

Nas muitas tarefas diárias que os cuidadores prestam, eles devem ter a noção exacta sobre onde começa necessidade de apoio.

A ajuda desnecessária além de diminuir as capacidades físicas e cognitivas, também pode afetar a auto-estima. É muito importante não se subestimar a capacidade da pessoa e ter consciência do momento da necessidade de ajuda.



Infografia com quatro formas de estimular a mobilidade



- A minha mãe consegue alimentar-se sem ajuda?

- O meu pai precisa realmente de apoio para fazer a barba?

Ao executar as tarefas que o seu familiar ainda é capaz de fazer, o cuidador contribui para aumentar a dependência porque a pessoa que recebe os cuidados interioriza a ideia de que é menos capaz e com isso desvincula-se.

Perante uma atividade complexa que ultrapasse a capacidade do familiar, antes de se iniciar a ajuda, o cuidador deve dividir a atividade em parcelas mais pequenas. Desta maneira aumenta-se a possibilidade de ela ser realizada e estimula-se.

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 Quando um familiar começa a perder a independência viver em casa vai-se transformando num desafio porque o ambiente influencia não só a segurança como também o comportamento e o bem-estar.

As condições de habitabilidade e o método de cuidar devem ser objeto de avaliação constante uma vez que não existe um calendário que nos informe sobre a velocidade e a forma da perda de independência e autonomia. As necessidades de ajuda vão mudar ao longo do tempo e por esse motivo o cuidador deve ter uma perspetiva flexível através de três questões:

·       Existem situações que devem ser eliminadas ou alteradas porque podem provocar acidentes?

·       Que alterações é que devem ser feitas para estimular a autonomia e garantir a segurança?

·       Por onde começar?

Numa segunda fase o cuidador deve desenhar um plano de ação da seguinte forma:

·       Avaliar a casa: observe a casa considerando o familiar que precisa de apoio. Que objetos podem causar acidentes? Que áreas significam um perigo potencial? Tenha especial atenção á cozinha, ao quarto de banho, á garagem e a divisões pouco frequentadas como por exemplo a cave ou o sótão.

·       Mantenha o foco na adaptação e não no ensino: em vez de tentar ensinar maneiras de manter a segurança ao familiar, deve identificar potenciais riscos e tomar decisões preventivas.

·       Simplifique as atividades: a maioria dos acidentes nos cuidados pessoais ocorre quando há pressa. O cuidador deve simplificar, dividir as tarefas e permitir que o familiar tenha tempo para as concluir. Sempre que necessário deve oferecer ajuda adicional nas tarefas particularmente difíceis.

·       Apoie as necessidades individuais: evite criar uma casa com regras proibicionistas. O ambiente domiciliário deve promover a autonomia, a interação social e as atividades significativas para a pessoa doente.

·       Seja realista: é impossível prever tudo e evitar todos os problemas.

 



 Situação de cuidados a pessoa com demência

Quando a razão da perda de independência ou autonomia é a demência, é importante que o cuidador conheça as fases da doença para conseguir realizar as adaptações em casa e saber lidar com os desafios que irão surgir.

O ambiente que rodeia uma pessoa com Alzheimer influencia os sintomas da sua doença. À medida que a doença progride o paciente deixa de reconhecer nomes, lugares e pessoas, o que pode levar à desorientação, stress, ansiedade, alterações de comportamento e isolamento. Para se diminuir a possibilidade de alterações de comportamento devem ser estabelecidas rotinas nas atividades diárias e o espaço deve estar organizado e decorado adequadamente.  

As alterações cognitivas que afetam as pessoas com demência enquadram-se em cinco áreas chave:

·       Capacidade de julgamento. Exemplo:  ter falhas na utilização de aparelhos conhecidos ou eletrodomésticos.

·       Consciência temporal e espacial. Exemplo:  perder-se na própria rua, ser incapaz de reconhecer ou encontrar divisões em casa, ou perder a noção da estação do ano.

·       Comportamento. Exemplo:   ficar confuso ou com medo sem razão aparente.

·       Capacidade física. Exemplo:   surgir a dificuldade em manter o equilíbrio ou ficar dependente de um andador ou de uma cadeira de rodas para se movimentar.

·       Sentidos. Exemplo:   sofrer de alterações na visão, audição, sensibilidade à temperatura ou na perceção de profundidade.

Estes exemplos de alterações nas cinco áreas sublinham a importância de o cuidador ser flexível e saber acompanhar a evolução da perda de independência do seu familiar.

A alteração de comportamento pode ter como causas a dor, a presença de uma determinada pessoa, sombras provocadas pela iluminação, alucinações, presença de espelhos (a pessoa não se reconhecer), síndrome do pôr-do-sol, etc. Se a pessoa também receber do ambiente estímulos em excesso para a sua capacidade de processamento de informação (movimento, barulho, etc.) pode ficar mais agitada e ansiosa.



Sugestões para promover a segurança e o bem-estar e dentro de casa

·       Incorporar cores suaves (não estimulantes) e claras (sentido de profundidade) na decoração.

·       Manter sempre um telefone sempre perto.

·       Manter a temperatura ambiente adequada.

·       Manter próxima a rede social, porque a família e os amigos próximos podem ajudar a estimular as boas memórias de longo prazo ainda presentes e a boa disposição.

·       Colocar os utensílios e objetos de maior uso em locais mais acessíveis e ter sempre disponíveis refeições de preparação rápida.

·       Remover objetos das divisões que dificultem a passagem.

·       Remover, caso seja necessário, objetos decorativos desnecessários como por exemplo tapetes.

·       Contratar, caso seja necessário e possível, o serviço de um cuidador para ajudar a cozinhar e fazer compras.

·       Servir as refeições num ambiente calmo para minimizar distrações e estimular o diálogo.

·       Criar, caso seja possível, espaços distintos para as atividades (ex.: um espaço para pintura ou terapia musical, outro para receber visitas da família, etc.). O objetivo é estimular comportamentos específicos.

·       Ter uma decoração simples e com um mínimo de padrões. Colocar imagens á entrada das diferentes divisões para o familiar ter maior facilidade de orientação.

·       Estimular (tendo presente a capacidade) o familiar doente a dar ideias sobre a decoração.

·       Certificar a segurança das áreas externas da casa.


 Nota: Existe uma urbanização para pacientes com Alzheimer na Holanda, que se caracteriza pela vigilância e acompanhamento discreto dos pacientes, e o resultado é a diminuição da necessidade de medicamentos para controle de alterações de comportamento. Conheça essa aldeia aqui https://www.youtube.com/watch?v=ctcxjtEcAFQ


Baseado nas fontes:

http://www.qmayor.com/cuidadores/viviendas-adaptadas-para-un-entorno-que-convive-con-la-demencia/

http://www.alzheimers.net/2014-01-30/how-positive-environments-affect-patients/

 

 

 

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A palavra “mellitus” é de origem latina e quer dizer mel ou adocicado. Ela surgiu na antiguidade quando se detetou que algumas pessoas tinham os fluidos corporais e biológicos adocicados, o que atraía insetos para a roupa. Isso acontecia porque o excesso de "açúcar" no sangue era expulso do organismo através do suor e da urina. 

Os vários tipos de diabetes mellitus têm em comum a presença constante de níveis altos de glicemia no plasma do sangue.

Existem três tipos principais de diabetes mellitus nas pessoas idosas: 

1)   Diabetes mellitus do tipo 1;

2)   Diabetes mellitus do tipo 2;

3)   Diabetes mellitus secundárias.

Existe uma outra forma de diabetes que é a gestacional, que pode surgir durante a gravidez.

O tipo mais frequente de diabetes mellitus nas pessoas de idade mais avançada é a diabetes mellitus do tipo 2, e pode ter como causas:

·       Sedentarismo;

·       Excesso de peso corporal;

·       Obesidade do tipo androide (a pessoa assemelha-se a uma maçã). As mulheres têm normalmente gordura tipo ginoide (a pessoa assemelha-se a uma pera). Qualquer indivíduo que tenha excesso de gordura visceral e/ou troncular (obesidade do tipo androide) tem resistência periférica à insulina, mas só desenvolverá diabetes se as células Beta do pâncreas não conseguirem aumentar em termos compensadores a produção dessa hormona. A insulina é uma hormona produzida no pâncreas e a sua função é estimular a passagem do “açúcar” no sangue para onde é necessário: dentro das células do nosso corpo.

·       Aumento de ingestão de hidratos de carbono;

·       Efeito iatrogénico (efeitos adversos resultantes de tratamentos médicos). É o caso do uso frequente de alguns medicamentos como corticosteroides em consequência de processos inflamatórios e dolorosos das articulações como é o caso das artrites e das artroses.

As duas razões do nível alto de glicemia no sangue são:

1)   Falta parcial ou total de insulina produzida pelo pâncreas;

2)   Falta de eficiência da insulina produzida pelo pâncreas no metabolismo da glicose ou do “açúcar” presente no sangue.

Grande número de pessoas que ultrapassam os 65 anos de idade podem estar a desenvolver uma diabetes mellitus tipo 2 sem apresentarem qualquer sintoma característico como a polidipsia (sede fora do comum), polifagia (fome fora do comum) ou poliúria (vontade incomum de urinar). Essa ausência de sintomas pode atrasar o tratamento entre quatro a seis anos.


 

 

  

A gordura “tipo maça” é mais prejudicial à saúde e é indiciadora de diabetes ou pré-diabetes.

A zona abdominal é muito irrigada por vasos sanguíneos devido à presença de órgãos nessa zona.


PORQUE RAZÃO É IMPORTANTE CONTROLAR A GLICEMIA?

Quando surgem os primeiros sinais de hiperglicemia (níveis altos de açúcar no sangue), 25% das pessoas já sofrem de retinopatia (visão afetada), 9% de neuropatia (sistema nervoso afetado através do atraso ou cessação na comunicação entre os neurónios) e 9% de nefropatia (rins afetados). 

Isso acontece porque a presença prolongada do nível elevado de glicose no sangue provoca alterações patológicas nas paredes dos vasos sanguíneos, em particular dos olhos, rins, nervos e coração.

Essas alterações estruturais nas paredes dos vasos sanguíneos resultam:

·       No aumento da espessura, e em consequência na diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos;

·       Na diminuição da permeabilidade dos vasos. A permeabilidade das paredes dos vasos sanguíneos permite a passagem de nutrientes e oxigénio para as células, e saída das células para a corrente sanguínea do resultado do metabolismo celular. 

A consequência da perda da permeabilidade dos vasos sanguíneos pode ser a diminuição da sensibilidade (daí a necessidade de vigiar a pele) , anoxia (ausência de oxigénio nas células), necrose (morte celular) e necessidade de amputação dos dedos ou mesmo dos pés e pernas.

·       A alteração patológica que acontece nos olhos é diferente, porque o aumento de permeabilidade dos vasos sanguíneos da retina resulta na formação de neovasos, hemorragias, e por fim cegueira;

·       Em alterações na capacidade de filtração do sangue através dos glomérulos nos rins. Os glomérulos passam a ter poros de diâmetros diferentes, alguns deles demasiado reduzidos para permitirem a passagem de moléculas anormais do metabolismo para serem expelidos através da urina. Um exemplo é a creatinina. Outros poros passam a ter diâmetros muito alargados e por esse motivo deixam escapar para a urina grandes quantidades da – importante - proteína albumina. A albumina tem muitas funções e uma delas é participar na construção da massa muscular. 

·       Na diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos que origina a redução da quantidade de sangue arterial fornecido aos tecidos orgânicos (cérebro, órgãos nobres, extremidades dos membros inferiores, etc.)

DIFERENÇAS ENTRE A DIABETES MELLITUS TIPO 1 E TIPO 2

A DIABETES MELLITUS TIPO 1 caracteriza-se pela destruição das células Beta do pâncreas provocada por uma situação autoimune: as defesas do organismo atacam o próprio organismo, neste caso a função das células Beta. Recorde-se que a insulina é produzida nas células Beta do pâncreas. O resultado é a falta relativa ou absoluta da hormona insulina. 

A maior incidência desta forma de diabetes acontece antes dos 25 anos de idade e de forma rápida. Os principais sintomas são polidipsia (sede fora do comum), polifagia (sensação anormal de fome), poliúria (vontade constante de urinar) e o emagrecimento rápido. Este tipo de diabetes também surgir em idades mais avançadas, embora seja raro. 

A sede e a vontade constante de urinar acontece porque a pessoa diabética urina mais vezes porque o organismo tem necessidade de se ver livre do excesso de glicose no sangue. A sensação anormal de fome ocorre porque as células não recebem a glicose necessária ao metabolismo celular porque fica presa na corrente sanguínea, acabando por ser expelida principalmente através da urina.

A DIABETES MELLITUS TIPO 2 caracteriza-se fundamentalmente pela resistência periférica á insulina (resultado da diminuição da permeabilidade das paredes dos vasos sanguíneos), e insuficiente capacidade das células Beta do pâncreas (produtoras de insulina) em compensar esta anomalia. Ou seja, as células Beta deixam de ter capacidade em aumentar a produção de insulina para compensar a impermeabilidade dos vasos sanguíneos.

A diabetes tipo 2 está sempre associada ao excesso peso ou mesmo à obesidade de tipo androide (gordura tipo “maçã"), sedentarismo e idade avançada. Também terá que existir uma pré-disposição genética embora não se trate de uma transmissão genética dominante.



Fontes: 

"Bem Viver Para Bem Envelhecer", de Helena Saldanha

Cruz Roja de España



Leia também:

“DIABETES TIPO 1 e TIPO 2: QUE DIFERENÇAS? neste link https://www.cuidador.pt/blogue/159-diabetes-tipo-1-e-tipo-2-que-diferencas

 

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