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A pele é o maior órgão do corpo humano. É um tecido elástico (porque tem as proteínas elastina e colagénio), protetor de agressões externas, e ao estabelecer contacto com o ambiente exterior dá-nos informações para mantermos a nossa saúde e equilíbrio homeostático (regulação da temperatura interna do corpo, aviso de agressões, etc.).

A pele de um adulto pesa cerca de cinco quilos, ocupa uma área de dois metros quadrados, e pode possuir uma espessura de 0,5 milímetros nas pálpebras e aproximadamente de 4 mm na região do calcanhar.

A pele é constituída por duas camadas:

·        Uma exterior de nome epiderme, formada por componentes como a queratina (impermeável à água, resistente e elástica) e a melanina (pigmento protector que dá a cor);

·        E outra interior de nome derme.

O colagénio e a elastina dão resistência e elasticidade. Mesmo no envelhecimento bem-sucedido, a pele vai sofrendo modificações com o decorrer dos anos, e por essa razão deve ser vigiada e cuidada.

Com o envelhecimento primário ou fisiológico, (i.e. envelhecimento normal ou sem patologias), a pele tem naturalmente as seguintes alterações:

·        Alteração na fibra elástica (colagénio e elastina) que resulta no relaxamento da derme (camada interior) e na origem de rugas. Quando, por exemplo, se aperta por um segundo a pele de uma criança, ela volta à sua forma normal instantaneamente. Se fizermos a mesma experiência numa uma pessoa mais idosa, o tempo que a pele demora a voltar à sua forma anterior é superior.

·        Diminuição da renovação das células da epiderme (camada exterior) que resulta no atraso da cicatrização de feridas.

·        Atrofia da espessura das duas camadas da pele, que resulta na diminuição da barreira protetora e no aparecimento de doenças inflamatórias como os eczemas.

·        Menor funcionamento das glândulas sudoríparas, o que dá origem à pele seca (xerose cutânea).

·        Diminuição da vascularização (irrigação sanguínea) e surgimento de palidez e da sensação de frio na pele.

·        Redução do número de melanócitos (células que produzem o pigmento melanina) que dão a cor à pele e a protegem da radiação solar.

·        Diminuição do número de células de Langerhans. Estas células têm a função de alertar as células do sistema imunológico da intrusão de corpos estranhos. O resultado é o aparecimento de eczemas de contacto e tumores.

·        Diminuição do número de linfócitos T (células de defesa do organismo), o que resulta no aumento de infecções de pele.

5 noções básicas sobre cuidados a ter com a pele:

·        Hidratação: um dos principais problemas de pele é a secura ou a xerose cutânea. Esta alteração afeta cerca de 80 por cento das pessoas com mais de 75 anos, e a prevenção passa pela ingestão de líquidos e aplicação diária de cremes hidratantes com ph neutro por toda a superfície do corpo.

 

     Infografia da CRE Alzheimer sobre a hidratação de pessoas com demência.

  

·        Alimentação: a dieta equilibrada (líquidos, frutas e legumes, …) reflete-se na saúde da pele, porque este órgão é um espelho da saúde do corpo.

·        Higiene: é aconselhável a limpeza frequente da pele especialmente nas dobras. Deve-se evitar a aplicação de loções com álcool, como por exemplo as colónias, e substâncias de secagem, como o pó de talco. A pele deve ser seca suavemente com uma toalha.

 

     Infografia da CRE Alzheimer sobre como cuidar da pele de uma pessoa com dificuldade de mobilidade

 

·        Exposição ao sol: a exposição prolongada à luz solar provoca a secura da pele (xerose cutânea) e aumenta o risco de tumores causados pela radiação ultravioleta. A exposição ao sol deve ser feita com aplicação prévia de um creme protector adequado.

·        Observação final: deve-se vigiar regularmente a pele para se detetarem precocemente manchas ou outras alterações. Quando se detetam prematuramente lesões, a possibilidade de sucesso do tratamento é maior. Para se inspecionarem zonas do corpo como as costas, pode-se utilizar um espelho ou pedir ajuda a familiares ou a um médico.

Principais problemas de saúde da pele

·        Envelhecimento mais rápido devido à exposição solar ou a outras fontes de radiação ultravioleta. A estrutura e função são alteradas, aparecem rugas profundas, e a pele fica seca, áspera, flácida e com manchas. A exposição excessiva à luz solar também facilita o surgimento de tumores que podem ser benignos ou malignos.

·        Dermatoses infeciosas produzidas por bactérias, fungos ou vírus.

·        Psoríase, penfigóide e prurido. A psoríase é uma doença inflamatória crónica (i.e., sem cura) que provoca o surgimento de placas escamosas. As lesões melhoram com a exposição ao sol e o tratamento tópico mais utilizado são os cremes de corticosteroides (i.e. diminuem a inflamação, mas não curam). 

·        A coceira é bastante comum em pessoas com mais de 75 anos, e essa situação está relacionada com a secura da pele. A ingestão de água e a hidratação da pele são factores de prevenção.

·        Os eczemas são lesões e o sintoma predominante é a coceira. A secura da pele facilita o aparecimento dos eczemas.

·        As toxicodermias medicamentosas são reações cutâneas à toma frequente de determinados fármacos. As drogas mais associadas a esse sinal são os diuréticos (ex.: medicamentos para baixar a tensão arterial), antibióticos, anti-epilépticos, e drogas para o ácido úrico. A forma mais comum de toxicodermia é a erupção cutânea com o aparecimento de manchas vermelhas.

·        Doenças sistémicas. Quase um terço dos diabéticos tem manifestações cutâneas como a dermopatia diabética. Esta doença é visível através de placas acastanhadas na parte da frente das pernas. O tratamento consiste em controlar os níveis de glicose e o peso do corpo. Em pacientes com doença hepática, o aumento dos níveis de bilirrubina provoca uma cor amarelada na pele e coceira intensa e generalizada além de vermelhidão nas palmas mãos. Pacientes com insuficiência renal crónica também sofrem prurido intenso e generalizado.



Fontes:

 https://www.segg.es/pretema.asp?cod=9

Sociedade Espanhola de Geriatria e Gerontologia

CRE Alzheimer

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Uma pessoa entra em stress quando o grau de exigência de uma determinada circunstância é superior aos recursos pessoais e sociais que possui, e essa situação é muito comum nos cuidados informais. O cuidador tem de lidar diariamente com situações que desafiam as suas capacidades e recursos.

Quanto mais prolongada e intensa é a situação indutora de stress, piores serão as consequências para a saúde física e psíquica..

Quadro com as alterações que a presença e ausência de stress provocam no organismo


A importância subjectiva do stress

São raras as situações que podem induzir stress em termos absolutos, isto é, em que haja a certeza que afectam todas as pessoas.

Mesmo em situações extremas como por exemplo num terramoto, as reacções individuais variam muito em função do significado e da importância subjectiva que é atribuída ao acontecimento.

As alterações que acontecem no organismo (respiração, ritmo cardíaco e circulação do sangue, temperatura, digestão, subida da pressão arterial, subida do nível de glicemia, produção de hormonas como o cortisol e enfraquecimento do sistema imunitário) podem ser atenuadas ou anuladas dependendo do apoio social, dos recursos pessoais e da forma como é avaliada a ameaça ao bem-estar e à segurança.



Em suma uma situação indutora de stress para um cuidador, não o é necessariamente para outro. Isso pode acontecer devido:

·        À diferença da avaliação subjectiva das circunstâncias (ex.: a situação referida anteriormente do terramoto);

·        Aos recursos pessoais (conhecimentos sobre a actividade de cuidar, dinheiro, …);

·        Aos recursos sociais (rede de amigos, suporte da família, apoio de instituições sociais e de saúde, …).

 

A sobrecarga crónica significa stress prolongado no tempo, o que vai provocando alterações cognitivas (dificuldade de concentração, perda de memória, diminuição da capacidade de raciocínio, ...) e de comportamento (maior irritabilidade, ...). Essas alterações são formas de o corpo avisar que é preciso mudar alguma coisa. A pseudodemência é uma forma de demência provocada por uma depressão. O stress crónico provoca a atrofia de zonas do cérebro associadas com a aprendizagem, memória e compromisso emociona.


Fontes:

O Stress na Vida de Todos os Dias, de Adriano Vaz Serra

http://www.huffingtonpost.com/2014/11/18/brain-stress_n_6148470.html

 

 

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O idadismo (descriminação preconceituosa pela idade) nos cuidados médicos pode ter consequências perigosas e em nenhum lugar a aplicação do ditado "a idade é só um número” é mais importante do que num hospital.

Quando um sénior dá entrada num hospital pode correr o risco de ser erradamente diagnosticado devido à existência de preconceitos sobre o envelhecimento.

Estereótipos sobre as capacidades e a cognição dos mais velhos são comuns entre o pessoal profissional hospitalar porque existe a ideia de "perfil do sénior", o que pode levar a cuidados médicos inadequados.

Tomemos por exemplo uma mulher idosa que antes da sua reforma tinha sido presidente do conselho de administração de uma prestigiada empresa e que manteve uma vida activa e saudável depois da passagem à aposentadoria.

Um médico que tinha sido formado recentemente aumentou a dose de um medicamento diurético e passados alguns dias ela começou a ter delírios devido a desidratação.

Em sequência foi internada num hospital onde se supôs, devido à sua idade, que estava com demência em fase avançada, quando tudo o que precisava era de hidratação via intravenosa.

À medida que envelhecemos ficamos mais vulneráveis ​​a efeitos secundários da medicação e a infecções.

Por essa razão, relativamente à população em geral, a possibilidade de um paciente idoso ter uma crise aguda é muito maior e o problema é que a crise aguda pode ser interpretada como uma situação crónica (como aconteceu com a senhora que estava desidratada e passou por estar demente).

O diagnóstico de uma doença num sénior deve ser feito com a participação de familiares e amigos. Desta forma pode-se poupar tempo quando se procura saber se determinado sintoma é recente (agudo) ou antigo (crónico).

Baseado na fonte: http://www.nextavenue.org/ageism-health-care-dangerous/?platform=hootsuite

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"A cultura ocidental está cheia de mitos e estereótipos sobre os mais velhos. A ênfase colocada frequentemente na chamada de atenção para o facto de as pessoas de idade avançada terem um aumento de morbilidade, grandes incapacidades fragilidade aumentada, etc., carece de realismo em cerca de um terço das situações. Um terço dos idosos envelhece de forma saudável, continuando a ser extremamente activos na sociedade, ultrapassando com facilidade as insuficiências próprias do envelhecimento, mostrando-se independentes em todas as suas actividades, sendo por isso uma mais-valia para o ensino dos cidadãos de grupos etários mais jovens." (Helena Saldanha) 

 

 

 7 mitos sobre o envelhecimento

 

Mito 1: O envelhecimento é deprimente

Muitos estudos concluem que os idosos são uma faixa etária feliz. A linha da felicidade ao longo da vida pode ter uma curva em forma de U, com o nível mais baixo de felicidade por volta dos 40 anos (comparações em alta e expectativas elevadas), crescendo depois dessa idade (maior regulação emocional e realismo na gestão de expectativas).

Deve-se, contudo, ter em conta a importância da perda de capacidade económica com a entrada na reforma, e os traços de personalidade (teoria “big five”), tais como o neuroticismo, a amabilidade e a abertura a novas experiências. As pessoas que são infelizes durante a juventude devido aos traços de personalidade continuarão a sê-lo no decorrer de todo o ciclo de vida.

 

 

Mito 2: O envelhecimento leva à solidão

Embora o isolamento social possa ser um problema para os mais velhos, especialmente para aqueles que não possuem capacidade de mobilidade, uma parte dos idosos é socialmente activa e feliz. No entanto, Portugal passou nas últimas décadas por transformações sociodemográficas que o colocaram como segundo país com mais pessoas idosas a viverem sem companhia no espaço da União Europeia, à frente da Croácia.

 

 

Günther Anton Krabbenhöft é seguido por 45 mil seguidores no Instagram. O alemão possui 76 anos feitos em 2021, e as suas áreas de intervenção são a moda, música techno e a cultura urbana.

Mito 3: O envelhecimento leva inevitavelmente à decadência cognitiva e à demência

Com o envelhecimento podem surgir perdas e ganhos cognitivos. Enquanto por exemplo, os mais velhos - com saúde - podem ter tempos de reacção ou de resolução de problemas mais lentos (diminuição da inteligência fluída), as capacidades mentais que dependem do conhecimento e da experiência acumulada (inteligência cristalizada), assim como a inteligência linguística melhoram em condições normais ao longo do tempo. A forma como se envelhece pode ser bem-sucedida, primária (envelhecimento normativo) ou secundária (envelhecimento patológico).

Segundo a Associação Internacional de Alzheimer, apenas 5% das pessoas com mais de 65 anos irá desenvolver demência.

 

Mito 4: O envelhecimento leva à improdução

Embora a reforma signifique o abandono do mercado de trabalho remunerado os mais velhos não são improdutivos.  Eles contribuem com inúmeras horas em actividades informais produtivas como ajudar os filhos ou netos e em voluntariado, o que traz benefícios para a sociedade.

 

 

Mito 5: Com o envelhecimento ficamos menos criativos

Há inúmeros exemplos que contrariam o mito de que com o envelhecimento ficamos menos criativos. Muitos artistas só encontram a sua vocação ou alcançam o seu apogeu na fase mais tardia da vida. Um grande exemplo é Grandma Moses que começou a pintar aos 78 anos e continuou a pintar até aos 101 anos idade.

Aos 90 anos em 2021, Miguel Milá continua ativo e cheio de entusiasmo, e só parou de andar de mota depois de sobreviver ao covid-19. Milá faz parte da geração maravilhosa de pessoas mais velhas que está a destruir barreiras e estereótipos associados à idade. Citando o designer vencedor do Premio Compás de Oro, Premio Nacional de Diseño, Medalha de Ouro e Mérito em Belas Artes, “o envelhecimento enriquece alguns objetos e alguns materiais nobres, como madeira, pedra ou algumas pessoas”.

 

 

 

Um estudo recente realizado por dois vencedores do Prémio Nobel da Economia (Bruce Weinberg e David Galenson) demonstra que existem dois ciclos de criatividade na vida, um que surge quando se é mais jovem (por volta dos 20 anos), e outro que frequentemente ocorre mais tarde na vida (acima dos 50 anos).

Bruce Weinberg é professor de economia na Ohio State University, e David Galenson é professor de economia na University of Chicago. O trabalho foi publicado numa edição especial da revista De Economist e os autores acreditam que o resultado não se limita apenas à economia, mas que pode ser aplicado à criatividade de forma mais geral.

Diferenças entre a criatividade conceptual e a criatividade experimental:

Os criativos conceptuais “pensam fora da caixa”, desafiam a sabedoria convencional e tendem a apresentar novas ideias. Este tipo de criatividade tende a atingir o pico no início de uma carreira, antes de a pessoa mergulhar nas teorias já prevalentes.

Os criativos experimentais acumulam conhecimento ao longo das suas carreiras, e descobrem maneiras inovadoras de analisar, interpretar e sintetizar essas informações numa fase mais avançada da vida ou da carreira.

 

 

·     Mito 6: O envelhecimento diminui a nossa capacidade de adaptação a novas situações

 

 

As pessoas mais velhas não só são capazes de se adaptar a novas situações como são especialistas em adaptação. Ao longo do seu ciclo de vida, o idoso teve que se adaptar a inúmeras mudanças e transições na vida, muitas das quais foram certamente grandes desafios.

As pessoas mais longevas podem ficar mais lentas a mudar as suas opiniões, mas a capacidade de adaptação é geralmente mantida à medida que envelhecem. É necessário ter também aqui presente os traços de personalidade, como por exemplo a “abertura a novas experiências” (teoria Big Five) que não dependem da idade.

Mito 7: O envelhecimento diminui a libido

Existe na nossa cultura o estereótipo de que os idosos são assexuados. Este preconceito pode provocar nos mais velhos sentimentos conflituantes ou de culpa sobre a sua sexualidade.  A actividade sexual e o prazer não diminuem com a idade. À semelhança do que acontece em qualquer idade, os idosos com saúde, bem-estar subjectivo e um parceiro(a) disposto(a) podem e devem continuar a manter relações sexuais.



Leia também:

“Envelhecimento Bem-sucedido” neste link: https://www.cuidador.pt/blogue/268-envelhecer-nao-e-um-problema

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O cuidador precisa de fazer regularmente pausas, por pequenas que sejam, para manter a sua saúde física, mental, emocional e não entrar em burnout ou esgotamento.

Mesmo pequenos intervalos de alguns minutos ao longo do dia ajudam a reduzir o stress, o que permite que o cuidador proteja a sua saúde e exerça melhor a actividade de cuidar.

8 sugestões para se retemperar fisicamente e mentalmente:

1 - Feche os olhos, diminua lentamente o ritmo da respiração e conte devagar até dez. Repita as vezes que puder ao longo do dia.

2 – Faça intervalos para se hidratar e não adicione açúcar ao líquido escolhido. Dois dos sintomas da desidratação são o cansaço (o coração tem que bater mais vezes) e a dôr de cabeça. As reacções químicas no nosso organismo são feitas em meio aquoso e a desidratação obriga o coração a trabalhar mais para fazer a sua função: fazer chegar o sangue a todas os orgãos e células.

3 - Por poucos minutos que sejam, pratique meditação várias vezes ao longo do dia.

4 – Veja canais de televisão zen e ouça música relaxante, ou se preferir alegre.

5 – Saia de casa e dê um passeio por muito breve que seja. Se não puder deixar o seu familiar sozinho por alguns minutos, dê apenas um passo para fora da porta, deixando-a aberta, e respire um pouco de ar fresco.

6 – Faça um diário e registe as pequenas e grandes vitórias. Escreva também os pensamentos que vai tendo ao longo do dia sem se preocupar se o resultado é organizado ou tem algum sentido. Esta estratégia pode ser excelente para ganhar consciência da sua importância e reduzir o stresse.

7 - Faça exercício físico por uns minutos várias vezes ao dia, de modo a sentir-se mais enérgico e atento.

8 – Por último, dê a si mesmo uma longa pausa retemperadora que lhe dê especial prazer. Peça ajuda à família ou a amigos para tomar conta do seu familiar enquanto lhe fazem uma massagem retemperadora num SPA, visita um amigo próximo, faz um passeio agradável ou tem uma refeição especial. Você merece !

 

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