Uma equipa de investigadores da Universidade de Manchester concluiu que é possível um fármaco anti-inflamatório comum tratar eficazmente a doença de alzheimer.
Pode ler o artigo aqui http://www.infosalus.com/asistencia/noticia-antiinflamatorio-podria-tratar-eficazmente-enfermedad-alzheimer-20160811110445.html
Perante a possibilidade de passar por esta área do saber o caminho da investigação para a prevenção ou atraso da evolução da doença e dos seus sintomas, a consequência financeira para a indústria farmacêutica seria negativa porque não haveria registo de novas patentes.

Para a grande indústria farmacêutica, o interesse económico e o grande lucro reside na descoberta de novos medicamentos.
Um dos três sinais da doença de alzheimer é a inflamação do cérebro e os outros dois sinais são a presença de proteína beta-amilóide entre os neurónios (que impede a comunicação através das sinapses) e os novelos neurofibrilares dentro das células cerebrais. Está actualmente comprovado que a presença da proteína beta-amiloide entre os neurónios não significa por si só que a pessoa tenha sinais ou sintomas de Alzheimer.
Uma variável que não deve ser desvalorizada como possível precursora de demência é a insónia crónica, porque é durante o sono que o cérebro se vê livre dos metabolitos da sua actividade e organiza a informação memorizada.
É de referir que a natureza dá ao homem alimentos com características anti-inflamatórias (com gordura ómega 3) e antioxidantes.