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A hipertensão, o “sal” e o potássio.

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O ser humano é o único animal mamífero, terrestre e em liberdade que ingere mais cloreto de sódio (sal) que potássio.

  

A dieta moderna iniciada com a revolução industrial, estimulou simultaneamente a diminuição do consumo de alimentos com valores elevados de potássio e o aumento do consumo de alimentos com quantidades altas de sal. 

 

Esta inversão na dieta dos países mais desenvolvidos, provocada pela alimentação de produção industrializada (alimentos processados), resultou na ingestão de grandes quantidades de cloreto de sódio e na diminuição do consumo de potássio com a não inclusão adequada de alimentos hortofrutícolas.

 

Esta inversão é relevante devido à sua relação com várias patologias destacando-se a hipertensão arterial e o risco cardiovascular a ela associada, principal causa de mortalidade a nível mundial.

 

Uma forma conservadora (sem medicamentos) de ajudar a diminuir a pressão arterial é reduzir a ingestão de alimentos com cloreto de sódio e aumentar a ingestão de alimentos com potássio.

  

Um ser humano com os rins a funcionar normalmente tem a capacidade de excreção eficiente de potássio, pelo que é aconselhável a ingestão constante deste eletrólito para evitar a hipocaliemia (níveis baixos de concentração de potássio no sangue).  A hipocaliemia quando é grave é uma emergência médica e pode ser fatal.


 

 

 

 

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