
· Disponibiliza quantidades significativas de nutrimentos (vitaminas, minerais, …) e outras substâncias protetoras da saúde do nosso organismo.
· É de fácil digestão e de grande capacidade hidratante;
· Consoante a sua composição (inclusão vegetais com fibra ou oleaginosas como lentilhas) pode ajudar a reduzir o teor de colesterol “mau” ou LDL no sangue.
· Promove a libertação gradual de insulina porque a sopa não possui açúcares refinados de absorção rápida. Deste modo não se sobrecarrega a atividade do pâncreas e protege-se a produção desta hormona.
· No início de uma refeição, aumenta a produção biliar o que facilita o início da digestão.
· Estimula o apetite e sacia precoce e continuamente.
· Consoante a necessidade, pode ser mais ou menos calórica, mais ou menos hidratante, ter mais ou menos sal, ter mais ou menos fibra, o que torna a sopa o alimento ideal para qualquer idade e para qualquer estado de saúde.
· As sopas de qualidade pertencentes ao receituário tradicional revelam do ponto de vista histórico, etnográfico, social e técnico, valores de memória, antiguidade e autenticidade que lhes permite justificar o estatuto de património cultural.
· Não possui quantidades significativas de tóxicos, antinutrimentos (compostos que interferem com a absorção de nutrientes) ou alergénios (substâncias que podem induzir hipersensibilidade ou reacção alérgica).
· É um tipo de confecção económico, relativamente rápido e que pode ser preparado antecipadamente para ser aquecido e servido apenas na hora.
Fonte: Associação Portuguesa de Dietistas
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