Era uma vez um País que tinha os seus Idosos com boa qualidade de vida …

Enquanto os Países vizinhos cortavam nos financiamentos públicos porque o Estado não tinha dinheiro, o governo desse país criava leis que melhoravam o ambiente, a qualidade da comida processada, as condições laborais, conhecimentos de saúde e envelhecimento, etc.

Mandato após mandato, eram tomadas decisões para promover os cuidados primários de saúde e o envelhecimento saudável.

Ao melhorar a forma como se envelhecia poupava-se muito dinheiro aos contribuintes o que permitia no final a distribuição de mais riqueza.

 

Só no tratamento de uma doença crónica que depende do comportamento ao longo da vida (diabetes tipo 2), o Estado Português gasta 1.7 mil milhões de euros por ano (sem contar com custos indirectos), o que corresponde a 1% da riqueza nacional produzida por ano.

É melhor para quem envelhece e fica mais barato ao País se os políticos desviarem a atenção dos “cortes” e passarem a estar focados na prevenção do mau envelhecimento para que a prazo se criem condições que permitam melhorar a qualidade de vida da população.

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